Solidão

Museu da Diversidade Sexual

10 de outubro de 2017 a 13 de janeiro de 2018

abertura 10 de outubro de 2017, terça-feira, 17/20h

Adams Carvalho

Alex Cerveny

António Teixeira

Cláudio Caropreso

Daniel Melim

Guilherme Gafi

Higo Joseph

Ida Feldman

Julio de Paula

Jorge Morabito

Luma Assis

Magdalena Marciniak

Malu Pessoa Loeb

Paulo Von Poser

Sandra Martinelli

Sheila Goloborotko

Teresa Berlinck

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Solidão

quem vai cuidar de você quando ficar velho?

 

A pergunta familiar, recorrente e comum a vários amigos: "Quem vai cuidar de mim quando eu ficar velho?". E também uma certa preocupação. Num país com poucos recursos para atender à população que envelhece e a cada dia menos voltada a criar filhos, uma multidão pena pelos cantos vendo seus empregos serem passados para outros mais jovens por economia.

E também a solidão da adolescência, essa ainda mais cruel. Onde as notícias de suicídios  espantam. Por que o jovem homossexual continua  sendo tão pressionado para se enquadrar num padrão que já provou não ser adequado para todos? O jovem perambula em busca de parcerias, afinidades e amores. Uma busca que não é reservada apenas aos homossexuais, mas a todos os diferentes. A diversidade humana é o que nos fez mais fortes e mais desenvolvidos, mas alguns setores teimam em não entender essa força e sufocam o diferente. Colocando-o numa redoma solitária e excludente.

 

O Museu da Diversidade Sexual busca através desta mostra abrir caminhos para uma discussão sobre companheirismo, amizades, parcerias e amores diversos. O ser humano evoluiu para viver em grupo e ficar sozinho é penoso, mesmo para os que insistem em afirmar que preferem os cães (ou gatos).

 

textos expositivos de:

Aimar Labaki

Karina Dias

Sérgio Roveri

 

Curadoria Duilio Ferronato e Eduardo Besen

 

 

Museu da Diversidade

Estação República do Metrô, atrás da bilheteria.
Piso Mezanino, loja 518 – São Paulo SP Brasil

 

Horário: ter – dom, 10h – 18h
Entrada gratuita | Acessibilidade para deficientes físicos

http://www.mds.org.br/

Portfólio # 5

 

MAIS Galeria de Arte

25 de novembro de 2017 a 02 de março de 2018

abertura: 25 de novembro de 2017, sábado, 13/17h

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PORTFOLIO #5 

 

vai apresentar obras inéditas dos artistas
Ana Takenaka, Julio de Paula e Zeca Caldeira
em gravura, desenho e fotografia.

 
PORTFOLIO #5

também irá apresentar "Cadernos de Artista" e Objetos:

 

Cadernos de Artista:
Ana Takenaka, Anderson Augusto, Antônio Teixeira, Augusto Sampaio, Cesar Meneghetti, Cristina Elias, Daniel Melim,

Felipe Guimarães, Higo Joseph, Ida Feldman, Julio de Paula, Julio Dojcsar, Leonardo Dellafuente, Luma Assis,  

Magdalena Marciniak, Malu Pessoa Loeb, Odirlei Regazzo, Sandra Martinelli e Teresa Berlinck

 

Objetos:

Arnaldo Battaglini, Bartira Velludo, Cesar Meneghetti, Daniel Melim, Felipe Guimarães, Fernando Sato, Franz Weissmann,

Guilherme Gafi, Higo Joseph, Hiram Denf, Jorge Morabito, Odirlei Regazzo, Rosângela Dorazio e Sheila Goloborotko

 

Ultima mostra do ano de 2017, Portfolio#5 completará o primeiro ano da galeria como a quinta etapa do projeto da galeria de realizar uma série de exposições coletivas, todas intituladas Portfólio, para apresentar ao público o seu novo time de artistas.


Curadoria Duílio Ferronato e Eduardo Besen

 

                         

ANA TAKENAKA

 

São Bernardo do Campo - SP ,1987 
Vive e trabalha em São Paulo.  

Formada bacharel em Artes Visuais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo (2013), participa de exposições desde então. 
Tem como inspiração os universos do desenho, gravura, papel, caligrafia japonesa e filosofia oriental. 
Na pesquisa do desenho estuda a representação das sensações e pensamentos através do traço, do gesto, explorando as potencialidades da linha e seus campos de representação abstrato e representativo. 
Este pensamento gráfico é expandido para a realização das séries em gravura, onde apesar das diferentes naturezas entre as linguagens (uma emergencial, a outra processual) busca tirar proveito das etapas construtivas da imagem para efetivar escolhas e manobras que as determinam monotipicamente, evidenciando a utilização da linguagem como meio de criação onde o foco não se faz na reprodução das tiragens, mas nas séries as quais contém em si uma ideia (tema) em desenvolvimento.
Atualmente tem pesquisado o processo de manufatura do papel, integrando-o cada vez mais ao desenho e gravura.

 

"A experiência da deriva, de ser arrastado de um lugar para outro, de se deixar perder no tempo e espaço, pode ser uma experiência contraposta ao nosso condicionamento cotidiano, às obrigações e determinações que externamente nos são impostas. Talvez, neste emaranhado de estímulos banais, possamos encontrar um hiato oportuno para sermos levados por outras sensações. Os desenhos gravados de Ana Takenaka configuram-se neste interstício entre sensações e ações que responde a uma vaga intuição, como em um sonho, pois “...o sonho é um prestidigitador hábil, muda as proporções das coisas e suas distâncias...”¹. Desta forma, suas imagens são partes “...da imaginação como repertório do potencial, do hipotético, de tudo quanto não é, nem foi e talvez não seja, mas que poderia ter sido.”², ou seja, de um todo improvável, mas insistentemente pressentidos. Nas gravuras de Ana Takenaka todos os elementos incisos, adicionados, marcados são articulados e rearticulados em estado provisório, capturados em um instante passageiro que se expande e, por isso mesmo, em suspensão. Uma delicada contradição que possibilita à artista a revisitação de seus rabiscos com repetidas impressões das aveludadas pontas secas, da captação de desenhos feitos com fitas adesivas encoladas sobre a matriz, da adição, no momento da impressão, de papéis colorizados com os restos de tintas deixados no ateliê. A existência destas matérias possibilita à Ana o mergulho cego no desenho-gravado: suas estampas são desenhadas pela combinação de gravações já existentes, que se renovam com a inserção de novos elementos gráficos e pictóricos no momento de sua estampagem. O desenhar que não se vê, descrito por Derrida³, é entendido aqui como a impossibilidade de se conhecer a imagem gravada antes de sua impressão, reforçado pelo processo empregado pela artista de realizar impressões únicas de suas composições gráficas. A cor presente em suas imagens, ora enfatiza algum elemento gravado, ora demarca parte de um espaço multifacetado. Algumas inscrições flutuantes indicam um caminho trilhado, ou um desejo a ser alcançado. Desta forma, os confins de suas imagens expandem-se para além das extremidades do papel. Certamente, é a necessidade de desenhar que conduz a artista a aventura do registro, da caligrafia imagética, do tracejar gravado que insiste em dar visibilidade ao espaço do papel, pois é o papel que, soberano, abarca a extensão do sensível e sustenta todos os sinais gráficos e pictóricos ali estampados."
 

Helena Freddi
Primavera de 2017
 

¹SARAMAGO, José. O Conto da ilha perdida. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. P. 50.
²CALVINO, Italo. Seis propostas para o próximo milênio. São Paulo: Companhia das Letras, 2001. p.106.
³DERRIDA, Jacques. Pensar em não ver. Editora da UFSC: Florianópolis, 2012. p. 163-190.

 

 

JULIO DE PAULA

“Desnorte”, apresentado por Julio de Paula, é o registro de uma ação realizada em junho de 2016 no Gran Salar de Tunupa, conhecido como Salar do Uyuni, Bolívia. O artista, que tem buscado criar uma cartografia poética latino-americana, neste trabalho, realiza uma espécie de rito de passagem sul-americano.  
 
Uma bússola, principal instrumento da era dos descobrimentos, que sempre aponta para o norte, nesta ação é enterrada no meio do deserto de sal, onde será definitivamente desmagnetizada pela ação mineral.  “Sem o aparelho funcional, faz-se necessário voltar-se para o mundo natural: olhar as estrelas, os acidentes geográficos, buscar o nosso conhecimento ancestral, fazer uso do próprio poder purificador do sal. Trata-se de uma escolha”. 
 
Na exposição, é apresentado um vídeo que registra a ação ritual, uma fotografia-documento, que marca o lugar em que a bússola foi enterrada, além de três imagens fotográficas do deserto, realizadas no entorno do vulcão Tunupa. Completa o trabalho, a transcrição de uma antiga narrativa andina a respeito da formação do salar, cruzando a trajetória mitológica com o trabalho do artista. 
 
Julio de Paula é radioartista, interessado na documentação e deslocamento de paisagens latino-americanas. Tem a cultura popular tradicional como foco de investigação. Com formação em Comunicação, é diretor de programas da Rádio Cultura FM. Em sua pesquisa, busca um ponto de contato entre o rádio e as outras artes, o que tem chamado de rádio-expandido. Nos últimos anos, tentando compreender e inserir o Brasil no território sul-americano, tem desenvolvido uma vivência em torno dos solstícios, com desdobramentos em projetos e ações, como a série “Epifanias”.

Em 2012, apresentou a radioperformance “Édgard”, pela Mobile Radio BSP, na 30ª Bienal de São Paulo. Em 2015, realizou a peça “El Sur es el Norte” para a Kunstradio Radiokunst (Áustria).  Em 2016, ao lado de Teresa Berlinck, apresentou a instalação PAI dos BURROS, na Oficina Cultural Oswald de Andrade (SP). Em 2017, teve trabalhos retransmitidos pela Rádio Documenta 14 - Every Time A Ear di Soun.

  

ZECA CALDEIRA


nascido no Rio de Janeiro, começou a carreira profissional em 1999, como assistente de Luiz Garrido e Sérgio Pagano. A formação em estúdio e o aprendizado no trabalho editorial, contribuíram para que em 2000, fosse selecionado a participar do programa Curso Abril de Jornalismo para Revistas. Mudou-se para São Paulo, onde se estabeleceu como fotógrafo freelance, em 2001. Ainda este ano, foi chamado para Editora Três, na qual fotografou para as revistas do grupo IstoÉ, até 2007. Desde 2005, é também integrante do coletivo casadalapa, projeto, do qual foi um dos fundadores, e que hoje reúne cenógrafos, designers, videomakers, fotógrafos, músicos, DJs, grafiteiros e artistas. Ganhador do Prêmio New Holland de Fotojornalismo Internacional 2007, Caldeira também participou de exposições, mostras e salões, como a individual de outubro de 2006, no Museu da Imagem e do Som (MIS-SP), pelo projeto Novos Talentos. Em 2008, mudou-se para Londres, onde formou-se mestre em Photography and Urban Culture, pela University of London, Goldsmiths College.  E onde desenvolveu e expôs dois projetos que tratam do cotidiano e da vida do cidadão comum. Hoje, de volta ao Brasil, atua como fotógrafo freelancer para revistas do grupo Abril e realiza trabalhos corporativos. Também atua na produção de audiovisual onde destaca-se a participação no projeto Enquadro, selecionado pelo programa Rumos do Itaú Cultural em 2010.

 

 

Burgos #2

Complexo Cultural FUNARTE SP

11 de novembro  de 2017 a 08 de janeiro de 2018

abertura: 11 de novembro de 2017, sábado, 12/18h

ARTISTAS

 

Sala Mário Schenberg

 

Cristina Elias

Malu Pessoa Loeb

Jorge Morabito

e

Alberto Lazarini

Carlos Algot

Pedro Drunska

 


Sala Flávio de Carvalho
Daniel Melim

 

 

 

 

 

 

 

Burgos 2

 

sala Flávio de Carvalho

Individual de Daniel Melim

 

sala Mário Schenberg

Cristina Elias, Malu Pessoa Loeb, Jorge Morabito,

Carlos Algot, Pedro Drunska e Albert Lazarini

 

Abertura - 11 de novembro de 2017, sábado, 12-18h

 

Os artistas:

 

Claramente inspirada na arte pop norte-americana, a obra de Daniel Melim mescla técnicas vindas do stencil, grafite e da pintura de rua ao imaginário da publicidade e dos painéis de outdoor. Mas, ao contrário da arte pop americana, a pintura de Melim é política, assim como foi a arte pop brasileira dos anos 60. Sob cores e formas arquetípicas, o artista impõe sua opinião e subverte a lógica "cor de rosa" da publicidade. Nestas pinturas as faixas verticais criam um ritmo quase musical. As cores vibram e ampliam esta sensação de frenesi. Estas pinturas gritam e ocupam o seu espaço.

 

Cristina Elias irá mostrar grandes telas, resultado de sua performance "Inscriptura" realizada no Paço das Artes em setembro de 2017. A artista escrevia com carvão e realizava movimentos de dança sobre estas telas criando novas imagens e leituras.

 

As pinturas de Malu Pessoa Loeb falam de memórias, do que já foi usado, de insetos e pragas,dos pedaços de vidas passadas revividos em pinceladas que nos fazem questionar a passagem do tempo..

 

Nas colagens de Jorge Morabito a cidade aparece em geometrias de papéis cortados, rasgados e sobrepostos. Sua poética nos aproxima de uma visão de cidade que se situa entre a ruína e a utopia.

 

Os jovens artistas Carlos Algot, Pedro Drunska e Albert Lazarini irão mostrar obras realizadas durante uma residência de 6 meses no Galpão da FUNARTE SP finalizada em setembro de 2017.

 

 

O projeto Burgos:

 

Idealizado por Duílio Ferronato e Eduardo Besen para ocupar as galerias Mário Schenberg e Flávio de Carvalho do Complexo Cultural FUNARTE-SP.

"Viver e criar na Metrópole

Serão 3 exposições que discutem a vida em uma cidade como São Paulo.

A cidade que vive em eterno confronto por espaço, dinheiro, prazer, amor e diversão.

Burgos quer mostrar como estes conflitos se manifestam no campo da arte.

Serão expostos instalações, pinturas, desenhos e esculturas realizados por artistas em seus ateliês e por coletivos ligados ao espaço urbano.

Da paisagem idílica ao lixo, das formas concretas a riqueza gráfica, Burgos trará um panorama do que aflige e motiva os nossos artistas."

 

Serviço:

Complexo Cultural FUNARTE SP

Abertura - 11 de novembro de 2017, sábado, 12-18h

Exposição: Burgos 2

Período expositivo: 11 de novembro de 2017 a 08 de janeiro de 2018.

Artistas:

Cristina Elias, Malu Pessoa Loeb, Jorge Morabito, Carlos Algot, Pedro Drunska e Albert Lazarini e Daniel Melim (cortesia Galeria Choque Cultural)

curadoria: Duílio Ferronato e Eduardo Besen e Baixo Ribeiro (Daniel Melim)

Endereço:

Alameda Nothmann, 1058, Campos Elísios, São Paulo - SP

Telefone: (11) 3662.5177

Horário de funcionamento:

Segunda a Sexta: 10-18h

Sábado e Domingo: 15-18h

http://www.funarte.gov.br/regional/sao-paulo/

 

PRODUÇÃO:

Myrian Christofani

Equipe FUNARTE SP

PROJETO PERAMBULANDO

informações e fotos pelo telefone: 11.3624.0301 com Eduardo

 

APOIO:

Restaurante Vegetariano Apfel

Restaurante Planeta´s

Cantina D´Amico Piolin

Cantina Luna di Capri

Galeria Gravura Brasileira

MAIS Galeria de Arte

Estúdio Ogih

FUNARTE

Ministério da Cultura

Antes da Cena - 2º Ato

Sala Umberto Magnani do Teatro de Arena Eugênio Kusnet

12 de setembro de 2017 a 15 de janeiro de 2018

O Projeto "Antes da Cena" irá percorrer os caminhos dos croquis e desenhos realizados por cenógrafos, figurinistas, iluminadores, diretores e aderecistas.  
No período de um ano serão realizadas 4 mostras coletivas com trabalhos relacionados ao fazer teatral juntando um grande acervo de imagens do processo criativo de profissionais do teatro.
Reproduções dos trabalhos expostos ficarão expostas em caráter permanente no local.
As mostras serão realizadas na sala de exposições do histórico Teatro de Arena Eugênio Kusnet

 

curadores: Duilio Ferronato e Eduardo Besen
produtora cultural: Myrian Christofani e equipe FUNARTE SP

ARTISTAS


Fabio Natamatame

Ricardo Costa

William Pereira